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sábado, 10 de outubro de 2009

Notícias do Campo Missionário


Notícias de Campo


EGITO: Polícia prende copta

Polícia prende copta por libertar sua filha de marido muçulmano


EGITO (21º) - Na manhã de sábado, dia 3 de outubro, as forças de segurança egípcias prenderam um grupo de cristãos coptas em diferentes partes da cidade de Alexandria, após os agredir diante de seus vizinhos. Mary Abdelmassih relatou o fato em uma matéria para a agência AINA. Ela conta: “As esposas desses cristãos também foram presas, mas por causa dos protestos dos vizinhos, elas foram liberadas. “Os homens que foram presos são parentes de Rafaat Girges Habib, que ajudou um pai copta a recuperar sua filha, sequestrada pelo marido muçulmano. As prisões continuaram até que Habib se entregou para a polícia. “Uma outra agência de notícias relatou que o motivo do incidente foi uma ligação de Myrna, a filha única do copta Gamal Labib Hanna, na qual ela implorava que ele fosse salvá-la de seu marido muçulmano, Mohamad Hefnawy. “Myrna foi seqüestrada há 10 meses, forçada a se converter ao Islã e casar por contrato. Na época, ela tinha 19 anos, e era considerada nova para casar. De acordo com a sharia (lei islâmica), uma mulher não pode casar antes de completar 21 anos. Ela só poderia ter se casado com um mandado do pai dela, ou do tio. Essas exigências só podem ser usadas em favor de não membros da família através de um processo judicial, o que não aconteceu no caso de Myrna.” Quando ia resgatar sua filha, Gamal, seu irmão e seu cunhado passaram por um Café, quando Rafaat Girges Habib, um encanador que já havia feito serviços para Gamal, se ofereceu para acompanhá-los na busca por Myrna. Quando chegaram ao apartamento em que Myrna estava, se depararam com Osama Hefnawy, pai de Mohamed e outros cinco muçulmanos, que ameaçaram os cristãos. Houve uma discussão e Myrna foi embora com seu pai. Ela foi levada para um local que lida com seqüestros como o dela, principalmente porque ela estava grávida de seis meses. Imediatamente, Osama Hefnawy registrou queixa na polícia e na sede da Segurança do Estado em Al-Farana. O pai e os tios de Myrna foram presos, acusados de sequestro. O apartamento da família foi arrombado e a loja de Rafaat foi destruída pela polícia. A reportagem também relata que o pai de Myrna foi forçado a ir até a delegacia, para negociar a libertação de seus parentes e para que o assunto fosse resolvido amigavelmente. Os tios de Myrna tiveram que levá-la até a delegacia, onde ela foi entregue para Osama Hefnawy. A polícia também tomou medidas para que os parentes da jovem não o perturbassem mais. Gamal foi solto na sexta-feira pela manhã. Os advogados disseram que os coptas foram torturados e que suas roupas estavam manchadas de sangue, principalmente a de Romany, irmão de Rafaat Girges Habib.


Tradução: Portas Abertas
:: Fonte: Site Portas Abertas

terça-feira, 4 de agosto de 2009

Envolvidos ou Comprometidos?

( click na imagem )
Esta imagem é muito importante, retrata de como podemos colaborar com missões, a duas maneiras, envolvidos e comprometidos, não jago um mais importante que o outro, porém, é muito mais facil no caso da galinha, pois é natural de sua natureza produzir ovos, interessante que os "seus ovos" indiferente de ser oferecidos a missão, eles seriam produzidos de qualquer jeito, éaquele pensamento: Bom vou dar uma oferta de missão hoje na igreja, porque se não fazer isto vou gastar de qualquer jeito, tipo vou me livrar do meu dinheiro fazendo uma "caridade", rsrs...
Porém quando se tratamos das coisas de Deus, principalmente missão, não é um saco furado, não é um simples investimento, daqueles que falamos a Deus assim: Senhor estou te dando isto, mais quero isto...., investir em missão vai muito além... pois estamos lidando com "almas" vidas que precisam de Jesus, Não temos noção de quantas pessoas morrem todos os dias sem Jesus, por isto meu amigo (a), Quando contribuimos a Deus com missão, estamos investindo no reino do céu, é por isto que temos que olhar para o sacrifio do porco...
Uma grande amiga me disse uma coisa importante. Pr Cassio, Tem muita gente morrendo por sua culpa... Eu falei meu Deus! ela não quer mais ser minha amiga! rsrs...
Parece bruto e grosseiro esta frase, mais entendi o seguinte...
Sempre podemos fazer mais... nem que para isto temos que nos sacrificar... perder a nossa própia vida...
Fonte: Horizontess
Contatos:
celular: ( 077 ) 8832 9792

domingo, 19 de julho de 2009

Como os Cristão gastam seu dinheiro?

Click na foto!
Todo o povo é convidado a procurar a salvação
Isaias 55.1-6
1 Ó vós todos os que tendes sede, vinde às águas, e vós que não tendes dinheiro, vinde, comprai e comei; sim, vinde e comprai, sem dinheiro e sem preço, vinho e leite.
2 Por que gastais o dinheiro naquilo que não é pão? E o produto do vosso trabalho naquilo que não pode satisfazer? Ouvi-me atentamente e comei o que é bom, e a vossa alma se deleite com a gordura.
3 Inclinai os ouvidos e vinde a mim; ouvi, e a vossa alma viverá; porque convosco farei um concerto perpétuo, dando-vos as firmes beneficências de Davi.
4 Eis que eu o dei como testemunha aos povos, como príncipe e governador dos povos.
5 Eis que chamarás a uma nação que não conheces, e uma nação que nunca te conheceu correrá para ti, por amor do Senhor, teu Deus, e do Santo de Israel; porque ele te glorificou.
6 Buscai ao Senhor enquanto se pode achar, invocai-o enquanto está perto.
(Edição Revista Corrigida)
mande seu comentário por email, ou escreva no mural de recados, sua opinião é muito importante!
Contatos:
celular: (077) 8832-9792 (oi)
Deus abençõe!

sexta-feira, 19 de junho de 2009

Refugiados

O mundo precisa de você!

Países pobres atingem 80% dos refugiados

O número de pessoas forçadas a se deslocar devido a conflitos e perseguições chegou a 42 milhões em todo o mundo no final de 2008, em meio a um claro retrocesso nas repatriações e a conflitos que se mantêm e resultam em deslocamentos prolongados. Este total inclui 16 milhões de refugiados e solicitantes de refúgio e 26 milhões de pessoas deslocadas em seus próprios países, conforme o relatório “Refúgio no Mundo – Tendências Globais”, divulgado hoje em Genebra pelo Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (ACNUR).O novo relatório afirma que 80% dos refugiados estão em países em desenvolvimento, assim como a maioria dos deslocados internos – uma população com a qual a agência da ONU para refugiados está cada vez mais envolvida. Muitos estão deslocados há anos sem previsão de uma solução. Apesar do total de 42 milhões de deslocados representar uma queda de cerca de 700 mil pessoas em relação ao ano anterior, novos deslocamentos verificados em 2009 – e não refletidos no relatório anual – anularam este declínio.“Em 2009, já observamos novos e substanciais deslocamentos no Paquistão, Sri Lanka e Somália”, informou o Alto Comissário das Nações Unidas para Refugiados, António Guterres. “Enquanto alguns deslocamentos são breves, outros podem levar anos e até mesmo décadas para serem resolvidos. Continuamos enfrentando inúmeras situações de deslocamento interno prolongadas em locais como Colômbia, Iraque, República Democrática do Congo e Somália. Estes conflitos também geraram refugiados que fugiram para além das fronteiras de seus países”.O relatório enumera 29 diferentes grupos de 25 mil ou mais refugiados em 22 nações que vivem exilados há cinco anos ou mais e para os quais não existe nenhuma solução imediata à vista. Isto significa que pelo menos 5,7 milhões de refugiados vivem em um limbo.Aproximadamente 2 milhões de refugiados e de deslocados internos puderam retornar para casa em 2008, o que representa um declínio em comparação ao ano anterior. A repatriação de refugiados (604 mil) diminuiu 17%, enquanto que o retorno de deslocados internos (1,4 milhão) caiu 34%. Considerada a principal solução durável para os refugiados, a repatriação atingiu o segundo menor nível em 15 anos. O declínio reflete, em parte, a deteriorização das condições de segurança, principalmente no Afeganistão e no Sudão.“Este é um indicador de que os movimentos em larga escala de repatriamento observados no passado desaceleraram”, diz o relatório, ressaltando que aproximadamente 11 milhões de refugiados retornaram para casa durante os últimos 10 anos - a maioria deles com o apoio do ACNUR.Em 2008, a agência da ONU para refugiados propôs o reassentamento de 121 mil indivíduos a terceiros países, sendo que mais de 67 mil partiram para suas novas pátrias com a ajuda do ACNUR.Do total de deslocados no mundo, o ACNUR assiste 25 milhões de pessoas, incluindo 14,4 milhões de deslocados internos – maior que os 13,7 milhões em 2007 - e 10,5 milhões de refugiados. Os outros 4,7 milhões de refugiados são palestinos que vivem sob o mandato de outra agência da ONU (UNRWA).Nos últimos anos, o ACNUR tem fornecido cada vez mais ajuda aos deslocados por conflitos internos, ampliando seu mandato inicial de proteger e auxiliar refugiados que cruzaram fronteiras internacionais, de acordo com o processo de reforma humanitária da ONU. Desde 2005, o número de deslocados internos atendidos pela agência mais do que dobrou.De acordo com o Centro de Monitoramento de Deslocados Internos (IDMC, na sigla em inglês), o total global de deslocados internos chegou a aproximadamente 26 milhões nos dois últimos anos. Nenhuma agência específica tem responsabilidade sobre eles, mas a ONU introduziu a idéia de “trabalho conjunto”, por meio do qual são atribuídas responsabilidades às organizações individuais baseadas em sua especialidade. Para o ACNUR, isso significa a coordenação da proteção, a administração dos campos e abrigos.“Ser forçado a deixar sua casa por causa de um conflito ou perseguição é uma tragédia, tendo cruzado ou não uma fronteira internacional,” afirma Guterres. “Hoje, presenciamos uma série de conflitos internos que geram milhões de deslocados. O ACNUR é comprometido com o trabalho em equipe junto à ONU e à comunidade humanitária para fornecer aos deslocados internos a ajuda que necessitam, assim como é feito para os refugiados.”A Colômbia possui uma das maiores populações de deslocados internos do mundo, com aproximadamente 3 milhões de pessoas. O Iraque tinha aproximadamente 2,6 milhões de deslocados internos no fim de 2008 - com 1,4 milhão deles deslocados somente nos últimos três anos. Existem mais de 2 milhões de deslocados internos na região de Darfur, no Sudão. Novos conflitos armados no leste da República Democrática do Congo e na Somália no ano passado ocasionaram o deslocamento total de 1,5 milhão e 1,3 milhão de pessoas, respectivamente. O Quênia assistiu a um novo e extensivo deslocamento interno no começo de 2008, enquanto que o conflito armado na Geórgia forçou outras 135 mil pessoas a deixar suas casas. Outros aumentos de deslocamentos em 2008 ocorreram no Afeganistão, Paquistão, Sri Lanka e Iêmen.A população de refugiados sob o mandato do ACNUR no ano passado caiu pela primeira vez desde 2006, em conseqüência da repatriação voluntária e da queda nas estimativas de refugiados e pessoas em “situação de refúgio” do Iraque e Colômbia. O número de refugiados em 2008 foi de 10,5 milhões, menor que os 11,4 milhões de 2007. Entretanto, o número de solicitações refúgio aumentou pelo segundo ano consecutivo para 839 mil – um aumento de 28%. A África do Sul (207 mil) foi o país que mais recebeu solicitações individuais, seguido pelos Estados Unidos (49,6 mil - estimativa do ACNUR), França (35,4 mil) e Sudão (35,1 mil).Os países em desenvolvimento abrigam 80% de todos os refugiados, enfatizando a sobrecarga desproporcional naqueles menos capazes e mais necessitados de apoio internacional. Os principais países de acolhida em 2008 incluíam Paquistão (1,8 milhão); Síria (1,1 milhão); Irã (980 mil); Alemanha (582,7 mil), Jordânia (500,4 mil); Chade (330,5 mil); Tanzânia (321,9 mil); e Quênia (320,6 mil). Os principais países de origem de refugiados são o Afeganistão (2,8 milhões) e o Iraque (1,9 milhão) que, juntos, respondem a 45% de todos os refugiados sob a responsabilidade do ACNUR. Outros países de origem de refugiados incluem Somália (561 mil), Sudão (419 mil), Colômbia, incluindo pessoas em “situação de refúgio” (374 mil) e República Democrática do Congo (368 mil).O relatório completo “Tendências Globais 2008” está disponível em inglês no site do ACNUR http://www.acnur.org.br/ e http://www.unhcr.org/.:: Fonte: ACNUR, via site da ONU - Brasil.

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